quinta-feira, 30 de setembro de 2010

PERCURSO PELA CIDADE


PERCURSO PELA CIDADE!
PARA CONCRETIZAR A ATIVIDADE PROPOSTA, CAMINHAR E ANALISAR AS “VÁRIAS PORTAS DE ENTRADA” QUE SE ABREM NO MEU PERCURSO PARA O TRABALHO, E TORNAR O FAMILIAR ESTRANHO REFLETI INTENSAMENTE. INTERESSANTE QUE, QUANDO SAI DE CASA COM O OBJETIVO DE FILMAR COMECEI A ANALISAR, DEIXAMOS DE OBSERVAR NO COTIDIANO AS PAISAGENS QUE VÃO SURGINDO EM NOSSA FRENTE E PRICIPALMETE NÃO PERCEBEMOS AS PESSOAS QUE CIRCULAM A NOSSA VOLTA. O COTIDIANO MUITAS DAS VEZES NOS CONSOME E CAMUFLA NOSSA VISÃO PARA A ESSÊNCIA DA VIDA, E QUANDO SOMOS QUESTIONADOS A REPENSAR, PERCEBEMOS QUÃO A VIDA NOS ABRE DE FORMA ESPONTÂNEA AS VÁRIAS PORTAS ASSIM, NOS OPORTUNIZANDO CONTEMPLAR NOVOS HORIZONTES E ADQUIRIR EXPERIÊNCIAS INCRÍVEIS QUE NADA PAGA. MAS, PARA QUE TUDO ISSO SE TORNE REALIDADE, TEMOS QUE ACENDER A VELA QUE SE ENCONTRA OCULTA NA NOSSA ALMA E DEIXÁ­­-LA BRILHAR ATRAVÉS DA  PORTA DE ENTRADA QUE TEMOS DENTRO DE NÓS MESMOS.   
WANDERLÉIA! 
30/09/2010, SANTA HELENA DE GOIÁS

sábado, 18 de setembro de 2010

Atividade da Unidade I de Estágio Supervisionado III

Unidade 1
1 A cidade e suas possibilidade educativas

O estágio I oportunizou a re-avaliação da prática docente, reconstruindo essa prática em outros padrões conceituais, teóricos e práticos, através de mapeamentos e cartografias. Proporcionou a oportunidade de refletir sobre os vários problemas surgidos no campo educacional.
Já no Estágio Supervisionado 3 tem como objetivo, demolir a parede da escola e assim, abrindo as suas portas para que a cidade possa fazer parte desse contexto e a partir  dessa unificação elaborar projetos relacionando-as de uma forma educativa.     

1.1  A cidade educativa: seus lugares, seus habitantes, seus ofícios, sua cultura

Fazendo uma reflexão do que já vivenciamos até agora, percebemos que, as experiências adquiridas em relação ao mapeamento, cartografia e seus símbolos fazem sentido perante a relação que temos com a nossa cidade. È sabido que, a cidade é uma mola que guarda no seu seio várias entradas, contextos, costumes, cultura e sonhos.   

1.2  Imagens: (des )construções - Proposta para um passeio etnográfico

Imaginar e vivenciar a cidade como um ser imprescindível na nossa vida, é integrá-la de corpo e alma. E para tanto, temos que aceitá-la com sua podridão e com a sua leveza do amanhecer e entardecer. Cabe ao estagiário re-significar as imagens urbanas do seu contexto cotidiano de forma integral e autônoma.

1.2.1    Orientações e ferramentas para levar nesse passeio

Para a realização dessa viagem, é imprescindível levar alguns objetos como: câmara fotográfica, agenda, hidratar a pele e se possível uma água de coco bem geladinha. E assim, aguçar o olhar de uma forma reflexiva, instigante e crítica e com a concepção de desconstruir o que é visto como normal. Foi nos proposto nessa fase do estágio, buscar uma porta de entrada para concretizar a intervenção pedagógica em contexto com a cidade educadora.  A concepção de cidade é que, educa, forma e é um processo contínuo de cultura, história e campo social que gera histórias de diferentes sujeitos.   

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

PERCURSO



PERCURSO
Achei reflexivo e instigador, essa proposta de meditar o caminhar pelas ruas de minha cidade. Interessante, nunca tinha analisado como faço o trajeto dos meus vários caminharem, penso que, tudo isso é consequência da vida corrida que levo. Às vezes deixo o estrees do excesso de trabalho tomar conta da minha visão, e não valorizo o que realmente faz parte integral da minha história. A partir desse questionamento, comecei a analisar os vários caminhar que transcorro durante o meu cotidiano, e confesso que me surpreendi com alguns lugares que passo todos os dias e nunca tinha olhado de forma significativa. Trabalho nos três períodos, e o caminhar mais atraente e que me deixa com mais satisfação é no período matutino. Quando abro a porta de casa, já sinto a brisa fresca e os raios solares adentrarem no recinto familiar e, ganho forças e ânimo para enfrentar a correria do dia. Daí para frente, às ruas é um grande vai e vem de alunos solitários e em grupo indo para a escola já na maior algazarra, carros transitando e pessoas se dirigindo para seus trabalhos. Passo por várias ruas, algumas só residenciais, outras comerciais e passo por uma praça que tem umas lindas palmeiras onde fazem suas moradias um casal de araras. E também tem as pessoas que encontro todos os dias pelo meu trajeto, que a partir dos questionamentos feitos as vejo diferente.  
     

Vídeo Michelangelo Pistoletto


http://www.youtube.com/watch?v=Y2JwlFNUlg8&feature=channel
vídeo do michelangelo

Processo Criativo



Na realização dessa atividade escolhi o artista Michelangelo Pistoletto e utilizei a Arte Povera, que se traduz do italiano por “Arte Pobre“. Na realização dessa imagem empreguei roupas materiais simples extraídos do cotidiano e aparentemente estranhos ao universo da arte, muito usado por Michelangelo em seus trabalhos, que na Arte Povera esta vinculada às manobras estéticas elementares. Uma obra de representação esteticista, que para mim, foi uma experiência nova, pois nunca havia trabalhado com material extraído do meu próprio armário, foi bastante prazeroso buscar um material que fizesse parte do meu cotidiano e colocá-lo em prática, para então fotografá-la. Acredito que minha imagem se enquadra na tendência Modernista Esteticista onde a obra de arte é estritamente uma representação.
Ao fazer um paralelo entre o Michelangelo Pistoletto com a Carta das Cidades Educadoras percebi que, o artista relacionado conseguiu atingir seus objetivos de aproximar o público da arte de uma forma simples e objetiva. Assim, transpassando a todos que, a arte não está fora do nosso contexto de vida, mas ela se faz presente o tempo todo, e depende exclusivamente do público compreendê-la e vivênciá-la de forma integral.   
Fonte: Apostila de Licenciatura em Artes Visuais, módulo 07.